Tenho que atualizar alguns acontecimentos, aqui pela minha Terra!É tanta coisa se acumulando.
Vou começar pelo encontro do "Grupo de Apoio, Pesquisa e Troca de Experiências sobre Autismo e Síndrome de Asperger".
Foram em média 30 participantes, entre pais, curiosos, professores, vieram pessoas de outras cidades, ficamos muito contentes porque isso só nos fortalece estar junto de um grupo que passa ou já passaram as mesmas dificuldades nossas.
Bom tbém estar num lugar onde nossos filhos puderam circular livremente e "ser eles próprios". E para nós, pois acho que ficamos mais tranqüilos em relação a "olhares para as esquisitices dos filhos" afinal todos ali tinham o seu jeitinho particular e beleza única!
O grupo revezando-se para olhar o filho do outro, muito legal.
Esse foi o primeiro encontro, esperávamos que podíamos estar juntos mais vezes, e aos poucos indo nos aproximando por afinidades, delegando tarefas, estudos, e nos fortalecendo como grupo para buscar nossos direitos e pedir apoio.
Para o segundo encontro onde o assunto era "A importância de um diagnóstico precoce".
O objetivo era destacar a importância de perceber alguns sinais que eram indícios de atraso no desenvolvimento infantil, e que eu pessoalmente acreditava ser
fundamental para professores da Educação Infantil, levando em conta que, são eles muitas vezes que passam a maior parte do dia com as nossas crianças.
Acreditava que ia "bombar", tive uma enorme decepção. Para a minha surpresa não apareceu nenhum professor da Educação Infantil. Para não dizer nenhum a ex-professora do Guillermo estava lá.
Eu não conseguia esconder a minha a enorme frustração e vergonha como professora, (embora seja profª de alunos da 5ª série pra cima).
Porque estavam ali dois profissionais gabaritados, um pediatra e uma geneticista, dispostos a responderem todas as dúvidas e melhor, evento gratuito.
Os pais aproveitaram muito, foi muito legal, ouvir os depoimentos, perguntas, aprender.
É triste que nenhum professor de alguma criança que estava presente apareceu (eram várias crianças de várias idades e de escolas diferentes), e tantos outros que foram contactados.
Qdo se trata da "verdadeira Inclusão" tbém não cabe só ao professor de sala de aula propriamente dito, toda escola deve estar envolvida. Se um representante somente estivesse ali com o intuito de repassar aos colegas depois, já seria positivo.
Ah mais poderíamos pensar:
-Poxa já trabalho a semana inteira, ganho super mal, e tantas outras coisas...
Mas aí eu em pego a pensar, caramba, e o lado humano? Como é que tenho um aluno dentro do meu ambiente de trabalho com limitações, "especial" e não me interesso a conhecer um pouco dele? Principalmente num tema tão específico?
Enfim... Vamos continuar né...prefiro não aprofundar mais minhas idéias sobre como tem sido feito a inclusão que vejo por ai!.
Uma pessoa anônima,que erra, acerta, tem sonhos, se deprime, debocha, da gargalhadas,chora! Um blog que contará algumas passagens,pensamentos de como é ser mãe de um pequeno Autista! Com intuito de ser verdadeiro, sem medo de ser politicamente (in)correto, não quero agradar ou desagradar os gregos e troianos. Eu existo...Nós existimos Eu, um filho de 11 anos e meu pequeno autista de 8 anos. Unidos pelo coração e genética. Como sou conhecida? "- Ah! Aquela que é a Mãe do Autista!!!!!"
A Mãe do Autista
...Investi tudo naquele olhar...Tantas palavras num breve sursurrar...paixão assim não acontece todo dia!
sexta-feira, 2 de julho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
AUTISMO E POLUIÇÃO
Da onde vem, como surge? Essas são as mais variadas perguntas sobre autismo, uma coisa é certa, nenhum é igual ao outro. Isso ocorre pelo fato de poder ser desencadeado por várias origens.
Fatores genéticos, ambientais, problemas ao nascer, intolerância alimentar, tudo isso pode ser um fator de causa desse comportamento, e quando falo em “ambiental” digo exatamente Meio Ambiente.
Por ser especialista nessa área me arrisco a falar um pouco sobre ela, até porque não se costuma falar muito dessa temática ligada a autismo, mas acho que vale apena tomar conhecimento de pesquisas.
Em menos de uma geração trouxemos pra dentro de casa coisas que aparentemente facilitam as nossas vidas.
Microondas, computador (horas exposto a luz da tela), celular com aquela bateria colada ao cérebro, produtos industrializados, aumento dos automóveis e por ai vai.
Pessoas cada vez mais morrem de câncer, aneurismas. Apareceram diversos problemas neurológicos e cada vez mais em jovens, inclusive crianças com diversos tipos de Autismo e TDAH, o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade é um transtorno neurobiológico, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção).
Pensei então em uma rápida analise ambiental para fazermos uma pequena reflexão.
Tomamos como caso a nossa Ilha, Florianópolis, a própria formação geográfica, e o desenvolvimento urbano atual propiciam situações que otimizam o problema atmosférico, ligado a poluição do ar.
Posso dar um exemplo aqui na Trindade, a cada casa destruída um prédio, uma casa com seis pessoas agora no mesmo lugar verticalmente falando passam a serem no mínimo umas 50 pessoas uns 15 carros.
Isso é uma hipótese sem nenhum dado científico, usei esses números apenas para ilustrar o desenvolvimento vertical desordenado e o número de veículos.
E por falar em veículos já observaram o aumento descontrolado destes, qto tempo ficamos parados no transito, ou respirando todos esses resíduos?
Agora voltando a Ilha, cercada de morros que já é uma barreira natural para circulação de ventos mais as edificações, o resultado é a má circulação de ar, o ar poluído acaba se acumulando e não consegue se dispersar.
Dr. Saldiva é um cientista militante. Da Faculdade de Medicina da USP, tem mostrado em suas pesquisas coisas que vinha suspeitando, nas minhas longas conversas com meu eu.
Poluição queima de combustíveis fósseis
Na maior parte das cidades do mundo, as partículas de ozônio são as mais importantes, mas suspeitamos de alguns outros, que não têm medidas regulares. Por exemplo, sabemos que alguns compostos do diesel, quando queimados, liberam substâncias que têm um efeito muito parecido com o estrógeno. Há ainda as dioxinas e os furanos, alguns metais como o cádmio, que inibem a ligação com o estrógeno. São substâncias que ou são estrogênicas em si ou inibem a conversão do estrógeno para progesterona por uma enzima chamada aromatase.
Elas impedem a conversão. E isso explica algumas alterações, como a endometriose, a queda da qualidade do volume do sêmen dos homens, talvez a maior precocidade de câncer de mama, nas mulheres; tudo isso estaria relacionado. Outra coisa que está aparecendo de muito novo são as nanopartículas. Quando você põe um catalisador no carro, por exemplo, há uma suspeita de que ele transforme partículas grandes em nanopartículas.
Essas nanopartículas estariam mais concentradas nos corredores de tráfego. Só que a farmacocinética de uma nanopartícula é completamente diferente, pois não tem aquele processo de distribuição e metabolização pelo organismo. Ela vai para tudo quanto é canto. São partículas de dois, três nanômetros, não há barreira física para elas. Além disso, podem conter metais. Existe uma tendência hoje muito grande de se dar importância às nanopartículas, especialmente quanto aos aspectos comportamentais associados com a poluição do ar.
Suspeita-se de um risco maior no espectro de distúrbios de atenção e de autismo em crianças que moram ao lado dos corredores de tráfego. Uma das hipóteses é de que as nanopartículas atravessem a barreira hematoencefálica, porque são nano, e interfiram na maturação de certas áreas do sistema nervoso central. A suposição é de que tal interferência ocorra em crianças muito pequenas ou mesmo durante a embriogênese.
Principalmente naqueles que têm um polimorfismo genético desfavorável e não conseguem processar os poluentes.
Poluição Industrial
A revista inglesa The Lancet aponta que milhões de crianças no mundo todo podem ter sofrido danos cerebrais por efeito da poluição industrial, segundo um estudo científico publicado em seu site. Dizem informações veiculadas na Internet que o estudo, elaborado por especialistas americanos e dinamarqueses, indica a existência de uma "pandemia silenciosa" de transtornos no desenvolvimento neurológico.
Entre as doenças e transtornos derivados da poluição industrial são autismo, déficit de atenção, retardamento mental e paralisia cerebral. Os autores do estudo identificaram 202 produtos químicos industriais potencialmente prejudiciais ao cérebro humano. Atualmente, mais de mil produtos químicos são considerados neurotóxicos em animais. Os cientistas temem que esses produtos também possam afetar os seres humanos.
Ai podemos nos perguntar, mas como poluição industrial se moro longe das indústrias?
Acredite, a atmosfera é dinâmica e os ventos carregam tudo de um lado para outro, é esse acúmulo provém de anos.
Uma das coisas que marcaram minha infância foram as reportagens sobre Cubatão/SP, das crianças que nasciam com várias doenças e más formações entre elas sem cérebro por conta da poluição industrial.
Exposição a Agrotóxicos
Henrique Cortez, do Ecodebate relatou sobre uma equipe de cientistas da Universidade de Montreal e da Universidade de Harvard descobriram que a exposição a agrotóxicos organofosforados está associada ao aumento do risco de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças.
Publicado na revista Pediatrics, a pesquisa [Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder and Urinary Metabolites of Organophosphate Pesticides] descobriu uma ligação entre a exposição à pesticida e a presença de sintomas de TDAH. O estudo foi realizado com 1139 crianças, de acordo com uma amostra da população geral dos EUA, e mediu os níveis de pesticidas em sua urina. Os autores concluíram que a exposição a pesticidas organofosforados, em níveis comumente encontrados em crianças nos EUA, pode contribuir para o diagnóstico de TDAH.
“Estudos anteriores mostraram que a exposição a alguns compostos organofosforados causar hiperatividade e déficit cognitivo em animais”, diz o autor Maryse F. Bouchard, da Universidade de Montreal, Departamento de Meio Ambiente e Saúde do Trabalho no Sainte-Justine Hospital Research Center. “Nosso estudo encontrou que a exposição à organofosforados no desenvolvimento de crianças pode ter efeitos sobre os sistemas neurais e pode contribuir para comportamentos tipicamente diagnosticados em TDAH, tais como desatenção, hiperatividade e impulsividade.” características bem autistas, pelo menos do meu!
Aqui no Brasil no Hospital Universitário (HU) da USP, serão analisadas 400 gestantes, dos mais diferentes perfis, fumantes e não-fumantes e que moram próximas ou distantes da poluição. As mulheres serão acompanhadas durante todo o período de gestação e seus filhos até os três anos de idade. O objetivo é analisar distúrbios como o autismo, baixo peso e obesidade, entre outros problemas.
Muitas de nossas crianças nascem com uma pré-disposição genética para reter metais pesados (cobre, chumbo, alumínio, mercúrio, etc) no organismo ao invés de excretá-los e o problema maior é causado pelo mercúrio.
Ocorre que o mercúrio permanece na circulação sanguínea por volta de 6 meses após a exposição, depois vindo a se concentrar no cérebro, ali permanecendo "oculto" e causando grave degeneração dos neurônios.
Lamentavelmente, quanto mais tempo se leva para detectar a intoxicação por mercúrio, mais comprometido se torna o indivíduo, pois o mercúrio causa danos irreversíveis.
Pelo menos nos Estados Unidos, desde 2001 já não são mais fabricadas vacinas contendo Thimerosal (mercúrio). Porém cabe destacar que, não são as vacinas propriamente ditas que induzem ao autismo, mas sim o "conservante" Thimerosal que é o causador do problema.
Acontece que o mercúrio não esta só nas vacinas, e deixar de vacinar também não seria a solução.O mercúrio esta no ar que respiramos e nos alimentos que ingerimos entre outros.
Os laboratóris aqui da UFSC até um tempo atrás mandavam mercúrio ( pelas pias dos labotatórios) iam pelo esgoto para o Manguezal do Itacorubi, uma Biólga dessa universidade verificou em suas pesquisas que haviam animais daquele ecossistema nascendo com mutações genéticas, com por exemplo caranguejos sem olhos, sem patas,etc.
Os peixes que se criam ali por exemplo, se alimentam dentro daquele ecossistema antes de ir para o mar, o organismo não expele o metal pesado, qdo comemos esse peixe tudo isso passa pro nosso organismo . Acredito que já solucionaram o problema com esgotos da UFSC.
Àgua Tratada
Gestantes que consomem água clorada têm um risco maior de dar à luz bebês com problemas no coração, lábio leporino e defeitos no cérebro, sugere um estudo realizado com crianças.
A Dra. Phyllis Mullenix, então chefe do Toxology Department at the Forsyth Dental Center, afiliado ao Harvard Medical School, foi convidada pelo Dr. Harold Hodge, um dos fundadores do society of Toxology, a dar início ao Forsyth’s Toxicology Department com a pesquisa sobre o potencial neurotóxico do flúor. Segue, pois, um resumo do seu depoimento, em 14 de setembro de 1998.
“... Assim, nosso relatório foi o primeiro estudo laboratorial a demonstrar, in vivo, que as funções do Sistema Nervoso Central são vulneráveis ao flúor, que seus efeitos sobre o comportamento estão relacionados à idade a que se lhe foi exposto e ao seu acumulo nos tecidos do cérebro – a exposição pré-natal, por exemplo, produz comportamentos semelhantes à hiperatividade induzida por drogas e/ou deficiências cognitivas.
O estudo não examinou a histologia do cérebro, mas sugerimos que os efeitos sobre o comportamento eram consistentes no que diz respeito à interrupção do desenvolvimento do hipocampo – a região do cérebro relacionada com a memória...”
Só lembrando que o hipocampo é responsável pela memória, nomeação, fluência verbal, planejamento espacial, entre outras funções.
Mas atenção as águas minerais, é preciso olhar o rótulo para ver a dosagem de calcário, pois com o tempo o acúmulo desse calcário causa calculo renal.
!!!! Se correr o bicho pega se ficar o bicho come!!!!!!!!
Como foi abordado anteriormente esse texto não tem cunho científico, alguns trexos você encontra no google, meu objetivo foi mostrar como nós estamos sendo afetados por todos os lados no quisito dos aditivos químicos no nosso meio ambiente, e se nós tivermos predisposição ao Autismo, todos esse fatores poluentes acumulados no organismo podem desencadear esse tal comportamento.
Não é atoa que se fala em epidemia, seja em Autismo ou em TDHA.
Portanto acredito piamente na “proliferação do autismo não sindrômico” por conta “também” da qualidade ambiental, afinal não sabemos o que respiramos o que comemos e o que bebemos.
Fatores genéticos, ambientais, problemas ao nascer, intolerância alimentar, tudo isso pode ser um fator de causa desse comportamento, e quando falo em “ambiental” digo exatamente Meio Ambiente.
Por ser especialista nessa área me arrisco a falar um pouco sobre ela, até porque não se costuma falar muito dessa temática ligada a autismo, mas acho que vale apena tomar conhecimento de pesquisas.
Em menos de uma geração trouxemos pra dentro de casa coisas que aparentemente facilitam as nossas vidas.
Microondas, computador (horas exposto a luz da tela), celular com aquela bateria colada ao cérebro, produtos industrializados, aumento dos automóveis e por ai vai.
Pessoas cada vez mais morrem de câncer, aneurismas. Apareceram diversos problemas neurológicos e cada vez mais em jovens, inclusive crianças com diversos tipos de Autismo e TDAH, o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade é um transtorno neurobiológico, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção).
Pensei então em uma rápida analise ambiental para fazermos uma pequena reflexão.
Tomamos como caso a nossa Ilha, Florianópolis, a própria formação geográfica, e o desenvolvimento urbano atual propiciam situações que otimizam o problema atmosférico, ligado a poluição do ar.
Posso dar um exemplo aqui na Trindade, a cada casa destruída um prédio, uma casa com seis pessoas agora no mesmo lugar verticalmente falando passam a serem no mínimo umas 50 pessoas uns 15 carros.
Isso é uma hipótese sem nenhum dado científico, usei esses números apenas para ilustrar o desenvolvimento vertical desordenado e o número de veículos.
E por falar em veículos já observaram o aumento descontrolado destes, qto tempo ficamos parados no transito, ou respirando todos esses resíduos?
Agora voltando a Ilha, cercada de morros que já é uma barreira natural para circulação de ventos mais as edificações, o resultado é a má circulação de ar, o ar poluído acaba se acumulando e não consegue se dispersar.
Dr. Saldiva é um cientista militante. Da Faculdade de Medicina da USP, tem mostrado em suas pesquisas coisas que vinha suspeitando, nas minhas longas conversas com meu eu.
Poluição queima de combustíveis fósseis
Na maior parte das cidades do mundo, as partículas de ozônio são as mais importantes, mas suspeitamos de alguns outros, que não têm medidas regulares. Por exemplo, sabemos que alguns compostos do diesel, quando queimados, liberam substâncias que têm um efeito muito parecido com o estrógeno. Há ainda as dioxinas e os furanos, alguns metais como o cádmio, que inibem a ligação com o estrógeno. São substâncias que ou são estrogênicas em si ou inibem a conversão do estrógeno para progesterona por uma enzima chamada aromatase.
Elas impedem a conversão. E isso explica algumas alterações, como a endometriose, a queda da qualidade do volume do sêmen dos homens, talvez a maior precocidade de câncer de mama, nas mulheres; tudo isso estaria relacionado. Outra coisa que está aparecendo de muito novo são as nanopartículas. Quando você põe um catalisador no carro, por exemplo, há uma suspeita de que ele transforme partículas grandes em nanopartículas.
Essas nanopartículas estariam mais concentradas nos corredores de tráfego. Só que a farmacocinética de uma nanopartícula é completamente diferente, pois não tem aquele processo de distribuição e metabolização pelo organismo. Ela vai para tudo quanto é canto. São partículas de dois, três nanômetros, não há barreira física para elas. Além disso, podem conter metais. Existe uma tendência hoje muito grande de se dar importância às nanopartículas, especialmente quanto aos aspectos comportamentais associados com a poluição do ar.
Suspeita-se de um risco maior no espectro de distúrbios de atenção e de autismo em crianças que moram ao lado dos corredores de tráfego. Uma das hipóteses é de que as nanopartículas atravessem a barreira hematoencefálica, porque são nano, e interfiram na maturação de certas áreas do sistema nervoso central. A suposição é de que tal interferência ocorra em crianças muito pequenas ou mesmo durante a embriogênese.
Principalmente naqueles que têm um polimorfismo genético desfavorável e não conseguem processar os poluentes.
Poluição Industrial
A revista inglesa The Lancet aponta que milhões de crianças no mundo todo podem ter sofrido danos cerebrais por efeito da poluição industrial, segundo um estudo científico publicado em seu site. Dizem informações veiculadas na Internet que o estudo, elaborado por especialistas americanos e dinamarqueses, indica a existência de uma "pandemia silenciosa" de transtornos no desenvolvimento neurológico.
Entre as doenças e transtornos derivados da poluição industrial são autismo, déficit de atenção, retardamento mental e paralisia cerebral. Os autores do estudo identificaram 202 produtos químicos industriais potencialmente prejudiciais ao cérebro humano. Atualmente, mais de mil produtos químicos são considerados neurotóxicos em animais. Os cientistas temem que esses produtos também possam afetar os seres humanos.
Ai podemos nos perguntar, mas como poluição industrial se moro longe das indústrias?
Acredite, a atmosfera é dinâmica e os ventos carregam tudo de um lado para outro, é esse acúmulo provém de anos.
Uma das coisas que marcaram minha infância foram as reportagens sobre Cubatão/SP, das crianças que nasciam com várias doenças e más formações entre elas sem cérebro por conta da poluição industrial.
Exposição a Agrotóxicos
Henrique Cortez, do Ecodebate relatou sobre uma equipe de cientistas da Universidade de Montreal e da Universidade de Harvard descobriram que a exposição a agrotóxicos organofosforados está associada ao aumento do risco de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças.
Publicado na revista Pediatrics, a pesquisa [Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder and Urinary Metabolites of Organophosphate Pesticides] descobriu uma ligação entre a exposição à pesticida e a presença de sintomas de TDAH. O estudo foi realizado com 1139 crianças, de acordo com uma amostra da população geral dos EUA, e mediu os níveis de pesticidas em sua urina. Os autores concluíram que a exposição a pesticidas organofosforados, em níveis comumente encontrados em crianças nos EUA, pode contribuir para o diagnóstico de TDAH.
“Estudos anteriores mostraram que a exposição a alguns compostos organofosforados causar hiperatividade e déficit cognitivo em animais”, diz o autor Maryse F. Bouchard, da Universidade de Montreal, Departamento de Meio Ambiente e Saúde do Trabalho no Sainte-Justine Hospital Research Center. “Nosso estudo encontrou que a exposição à organofosforados no desenvolvimento de crianças pode ter efeitos sobre os sistemas neurais e pode contribuir para comportamentos tipicamente diagnosticados em TDAH, tais como desatenção, hiperatividade e impulsividade.” características bem autistas, pelo menos do meu!
Aqui no Brasil no Hospital Universitário (HU) da USP, serão analisadas 400 gestantes, dos mais diferentes perfis, fumantes e não-fumantes e que moram próximas ou distantes da poluição. As mulheres serão acompanhadas durante todo o período de gestação e seus filhos até os três anos de idade. O objetivo é analisar distúrbios como o autismo, baixo peso e obesidade, entre outros problemas.
Muitas de nossas crianças nascem com uma pré-disposição genética para reter metais pesados (cobre, chumbo, alumínio, mercúrio, etc) no organismo ao invés de excretá-los e o problema maior é causado pelo mercúrio.
Ocorre que o mercúrio permanece na circulação sanguínea por volta de 6 meses após a exposição, depois vindo a se concentrar no cérebro, ali permanecendo "oculto" e causando grave degeneração dos neurônios.
Lamentavelmente, quanto mais tempo se leva para detectar a intoxicação por mercúrio, mais comprometido se torna o indivíduo, pois o mercúrio causa danos irreversíveis.
Pelo menos nos Estados Unidos, desde 2001 já não são mais fabricadas vacinas contendo Thimerosal (mercúrio). Porém cabe destacar que, não são as vacinas propriamente ditas que induzem ao autismo, mas sim o "conservante" Thimerosal que é o causador do problema.
Acontece que o mercúrio não esta só nas vacinas, e deixar de vacinar também não seria a solução.O mercúrio esta no ar que respiramos e nos alimentos que ingerimos entre outros.
Os laboratóris aqui da UFSC até um tempo atrás mandavam mercúrio ( pelas pias dos labotatórios) iam pelo esgoto para o Manguezal do Itacorubi, uma Biólga dessa universidade verificou em suas pesquisas que haviam animais daquele ecossistema nascendo com mutações genéticas, com por exemplo caranguejos sem olhos, sem patas,etc.
Os peixes que se criam ali por exemplo, se alimentam dentro daquele ecossistema antes de ir para o mar, o organismo não expele o metal pesado, qdo comemos esse peixe tudo isso passa pro nosso organismo . Acredito que já solucionaram o problema com esgotos da UFSC.
Àgua Tratada
Gestantes que consomem água clorada têm um risco maior de dar à luz bebês com problemas no coração, lábio leporino e defeitos no cérebro, sugere um estudo realizado com crianças.
A Dra. Phyllis Mullenix, então chefe do Toxology Department at the Forsyth Dental Center, afiliado ao Harvard Medical School, foi convidada pelo Dr. Harold Hodge, um dos fundadores do society of Toxology, a dar início ao Forsyth’s Toxicology Department com a pesquisa sobre o potencial neurotóxico do flúor. Segue, pois, um resumo do seu depoimento, em 14 de setembro de 1998.
“... Assim, nosso relatório foi o primeiro estudo laboratorial a demonstrar, in vivo, que as funções do Sistema Nervoso Central são vulneráveis ao flúor, que seus efeitos sobre o comportamento estão relacionados à idade a que se lhe foi exposto e ao seu acumulo nos tecidos do cérebro – a exposição pré-natal, por exemplo, produz comportamentos semelhantes à hiperatividade induzida por drogas e/ou deficiências cognitivas.
O estudo não examinou a histologia do cérebro, mas sugerimos que os efeitos sobre o comportamento eram consistentes no que diz respeito à interrupção do desenvolvimento do hipocampo – a região do cérebro relacionada com a memória...”
Só lembrando que o hipocampo é responsável pela memória, nomeação, fluência verbal, planejamento espacial, entre outras funções.
Mas atenção as águas minerais, é preciso olhar o rótulo para ver a dosagem de calcário, pois com o tempo o acúmulo desse calcário causa calculo renal.
!!!! Se correr o bicho pega se ficar o bicho come!!!!!!!!
Como foi abordado anteriormente esse texto não tem cunho científico, alguns trexos você encontra no google, meu objetivo foi mostrar como nós estamos sendo afetados por todos os lados no quisito dos aditivos químicos no nosso meio ambiente, e se nós tivermos predisposição ao Autismo, todos esse fatores poluentes acumulados no organismo podem desencadear esse tal comportamento.
Não é atoa que se fala em epidemia, seja em Autismo ou em TDHA.
Portanto acredito piamente na “proliferação do autismo não sindrômico” por conta “também” da qualidade ambiental, afinal não sabemos o que respiramos o que comemos e o que bebemos.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Grupo de Apoio, Pesquisa e Troca de Experiências sobre Autismo e Síndrome de Asperger (AS.)
Grupo de Apoio, Pesquisa e Troca de Experiências sobre Autismo e Síndrome de Asperger (AS.)
Apesar de atualmente termos mais acesso a material seja em livros e principalmente a internet, devemos lembrar que o autismo é algo muito “individual” sendo cada caso um caso, e apesar das características em comum, cada indivíduo apresenta-se de forma diferenciada.
Porém o contato e a experiência de quem convive diarimanente com o autista nesses casos, podem nos trazer mais suportes para lidar com esse desafio!
Com intuito dessa troca de experiência, que traz conforto para as pessoas que estão lidando atualmente com crianças e adolescentes, pensou-se na iniciativa de montar um grupo, de estudos e apoio a assuntos ligados a Autismo e AS.
Descrição do evento:
Durante a realização deste encontro, pais, familiares, amigos, especialistas, professores e outras pessoas interessadas no tema Autismo e Asperger trocam experiências, apresentam novas informações e, principalmente, relatam e debatem sobre suas vivências com filhos, conhecidos, alunos ou familiares autistas.
“Para conviver é preciso conhecer”, e é com essa troca de experiências e vivências a oportunidade de saber mais e aprender, são momentos únicos, que não se consegue muitas vezes obter vida acadêmica.
“Devemos aprender a olhar o mundo através do ponto de vista de uma pessoa com autismo, assim vamos entendê-lo”. (Luciane Oliveira Vianana).
Como funciona:
A cada um sábado do mês, iremos escolher temas que deverão ser estudado a parte e debatido nas reuniões, sempre com algum profissional da área, (fonoaudióloga, psiquiatra, médico, psicólogos, etc) para trazer esclarecimento técnico, e claro a participação dos pais e professores contribuindo com seus relatos que é um ponto muito importante.
Usaremos o livro*: Convivendo com Autismo e Síndrome de Asperger. Estratégias práticas para pais e profissionais, num primeiro momento para nortear os estudos, sempre será avisado com antecedência os assuntos a serem trabalhados.
A escola infantil Flor do Campus (UFSC), que atualmente faz a inclusão de dois meninos autistas, ofereceu gentilmente o espaço para reuniões.
Possui estacionamento, é um local arborizado, com muito espaço e segurança. Deste modo os pais que tiverem interesse poderão trazer seus filhos, pois muitas vezes o que os impedem de participar de palestras, é justamente não ter com quem deixá-los ou não ser um espaço apropriado para levá-los.
Contamos com a participação de todos, é gratuito.
Gostaríamos de colaboração para um lanche coletivo.
Programação:
29 Maio de 2010
14:00h Momento para leitura de material.
14:30h Como as Crianças Portadoras de Distúrbio do Espectro do Autismo Vêem o Mundo?
Palestrante: GISELE TRIDAPALLI. Psicóloga AMA- Fpolis
16:00h Linguagem e Desenvolvimento de Aptidões de Comunicação.
Palestrante:Bianca Durieux- Fonoaudióloga
12 de junho de 2010
14:00h Momento para leitura de material
14:30h Autismo Infantil como Detectar ?Avaliação e Diagnóstico.
Palestrante: Dr THIAGO DEMATHÉ
Médico Pediatra - Clínica Arco Íris e Clínica Tio Cecim
Coordenador/Professor do Projeto Terapeutas da Alegria - UFSC
16:00h Autismo e Genética
Palestrante: Drª Pricila Bernardi- Geneticista do HU da UFSC
Inscrições: Alessandra Gutierrez
guiauismo@gmail.com /32334176- 84097565
Local : Flor do Campus (escola próximo aos escoteiros dentro da UFSC)
*WRIGHT,Barry e WILLIAMS,Chris
Convivendo com Autismo e Síndrome de Asperger. Estratégias Práticas para Pais e Profissionais. 2008. M.Boooks.SP
Apesar de atualmente termos mais acesso a material seja em livros e principalmente a internet, devemos lembrar que o autismo é algo muito “individual” sendo cada caso um caso, e apesar das características em comum, cada indivíduo apresenta-se de forma diferenciada.
Porém o contato e a experiência de quem convive diarimanente com o autista nesses casos, podem nos trazer mais suportes para lidar com esse desafio!
Com intuito dessa troca de experiência, que traz conforto para as pessoas que estão lidando atualmente com crianças e adolescentes, pensou-se na iniciativa de montar um grupo, de estudos e apoio a assuntos ligados a Autismo e AS.
Descrição do evento:
Durante a realização deste encontro, pais, familiares, amigos, especialistas, professores e outras pessoas interessadas no tema Autismo e Asperger trocam experiências, apresentam novas informações e, principalmente, relatam e debatem sobre suas vivências com filhos, conhecidos, alunos ou familiares autistas.
“Para conviver é preciso conhecer”, e é com essa troca de experiências e vivências a oportunidade de saber mais e aprender, são momentos únicos, que não se consegue muitas vezes obter vida acadêmica.
“Devemos aprender a olhar o mundo através do ponto de vista de uma pessoa com autismo, assim vamos entendê-lo”. (Luciane Oliveira Vianana).
Como funciona:
A cada um sábado do mês, iremos escolher temas que deverão ser estudado a parte e debatido nas reuniões, sempre com algum profissional da área, (fonoaudióloga, psiquiatra, médico, psicólogos, etc) para trazer esclarecimento técnico, e claro a participação dos pais e professores contribuindo com seus relatos que é um ponto muito importante.
Usaremos o livro*: Convivendo com Autismo e Síndrome de Asperger. Estratégias práticas para pais e profissionais, num primeiro momento para nortear os estudos, sempre será avisado com antecedência os assuntos a serem trabalhados.
A escola infantil Flor do Campus (UFSC), que atualmente faz a inclusão de dois meninos autistas, ofereceu gentilmente o espaço para reuniões.
Possui estacionamento, é um local arborizado, com muito espaço e segurança. Deste modo os pais que tiverem interesse poderão trazer seus filhos, pois muitas vezes o que os impedem de participar de palestras, é justamente não ter com quem deixá-los ou não ser um espaço apropriado para levá-los.
Contamos com a participação de todos, é gratuito.
Gostaríamos de colaboração para um lanche coletivo.
Programação:
29 Maio de 2010
14:00h Momento para leitura de material.
14:30h Como as Crianças Portadoras de Distúrbio do Espectro do Autismo Vêem o Mundo?
Palestrante: GISELE TRIDAPALLI. Psicóloga AMA- Fpolis
16:00h Linguagem e Desenvolvimento de Aptidões de Comunicação.
Palestrante:Bianca Durieux- Fonoaudióloga
12 de junho de 2010
14:00h Momento para leitura de material
14:30h Autismo Infantil como Detectar ?Avaliação e Diagnóstico.
Palestrante: Dr THIAGO DEMATHÉ
Médico Pediatra - Clínica Arco Íris e Clínica Tio Cecim
Coordenador/Professor do Projeto Terapeutas da Alegria - UFSC
16:00h Autismo e Genética
Palestrante: Drª Pricila Bernardi- Geneticista do HU da UFSC
Inscrições: Alessandra Gutierrez
guiauismo@gmail.com /32334176- 84097565
Local : Flor do Campus (escola próximo aos escoteiros dentro da UFSC)
*WRIGHT,Barry e WILLIAMS,Chris
Convivendo com Autismo e Síndrome de Asperger. Estratégias Práticas para Pais e Profissionais. 2008. M.Boooks.SP
domingo, 23 de maio de 2010
Como expressar a dor? Se não sabem dizer o que se sente?
*Ano passado eu cheguei na otorrino pra fazer uma consulta de investigação/rotina primeira vez, e ela se apavorou pq o Gui estava com uma otite poderosa.
Caramba , como pode não reclamar de dor e nem teve febre? Engraçado que as professoras notaram que ele estava mais agitado, irritado, não queria fazer as coisas.
Ele tem mania de dar tapas na cabeça, mas aqueles tapas estavam muito fortes e repetidas vezes.Semana passada o Gui estava gripado, e a professora me perguntou se estava tudo bem em casa, pelos mesmos motivos anteriores.
Não perdi tempo levei na emergência da otorrino, e lá estava ele com otite novamente.
è difícil saber qdo algo esta errado com quem não fala ou não consegue expressar.. mas aqueles tapas na cabeça estavam muito violentos.
Conheci a história de um adolescente que começou dar cabeçadas horríveis na parede,violentas mesmo , e só depois de muito revirar o menino, lembraram dos dentes, ele estava com muitas cáries e tinha um tratamento de canal a fazer.Imagina a dor que esse pobre estava sentindo!!!
Cólicas por causa de vermes, e por ai vai.
As vezes ficamos "pipocando" em neurologistas, psiquiatras e deixamos outras coisas de lado e qdo vão ficando maiores que temos a tendência de não ir tanto a médicos, dentistas,etc.
Como expressar a dor? Se não sabem dizer o que se sente?
Devemos dar muito valor ao nosso sexto sentido,intuição pra entender a criança autista é preciso muita sensibilidade para notar diferenças, sinais corporais, detalhes no comportamento isso pode ser alguma pista do que ele pode estar passando no momento.
E no meu meu caso a observação da professora foi fundamental para chegar a esse diagnóstico,Otite!
Caramba , como pode não reclamar de dor e nem teve febre? Engraçado que as professoras notaram que ele estava mais agitado, irritado, não queria fazer as coisas.
Ele tem mania de dar tapas na cabeça, mas aqueles tapas estavam muito fortes e repetidas vezes.Semana passada o Gui estava gripado, e a professora me perguntou se estava tudo bem em casa, pelos mesmos motivos anteriores.
Não perdi tempo levei na emergência da otorrino, e lá estava ele com otite novamente.
è difícil saber qdo algo esta errado com quem não fala ou não consegue expressar.. mas aqueles tapas na cabeça estavam muito violentos.
Conheci a história de um adolescente que começou dar cabeçadas horríveis na parede,violentas mesmo , e só depois de muito revirar o menino, lembraram dos dentes, ele estava com muitas cáries e tinha um tratamento de canal a fazer.Imagina a dor que esse pobre estava sentindo!!!
Cólicas por causa de vermes, e por ai vai.
As vezes ficamos "pipocando" em neurologistas, psiquiatras e deixamos outras coisas de lado e qdo vão ficando maiores que temos a tendência de não ir tanto a médicos, dentistas,etc.
Como expressar a dor? Se não sabem dizer o que se sente?
Devemos dar muito valor ao nosso sexto sentido,intuição pra entender a criança autista é preciso muita sensibilidade para notar diferenças, sinais corporais, detalhes no comportamento isso pode ser alguma pista do que ele pode estar passando no momento.
E no meu meu caso a observação da professora foi fundamental para chegar a esse diagnóstico,Otite!
sábado, 15 de maio de 2010
Importância de um Diagnóstico Precoce.

As famílias que passaram pelo labiríntico diagnóstico de Autismo, sabem a romaria que é para diagnosticar a criança.
Atualmente, quando lembro os sinais precoces do Guillermo, penso que eram tão evidentes tão óbvios.
Digo isso agora, porque vivo lendo e estudando e talvez pudesse reconhecer alguns indícios em alguma criança no momento.
São “nos dois primeiros anos de vida, que temos que estar mais atentos a possíveis sinais de risco de autismo. Esses indícios não são, necessariamente, sinais de autismo. Algumas características podem aparecer tanto no bebê autista, quanto em outras crianças que não são autistas.”
Atualmente, quando lembro os sinais precoces do Guillermo, penso que eram tão evidentes tão óbvios.
Digo isso agora, porque vivo lendo e estudando e talvez pudesse reconhecer alguns indícios em alguma criança no momento.
São “nos dois primeiros anos de vida, que temos que estar mais atentos a possíveis sinais de risco de autismo. Esses indícios não são, necessariamente, sinais de autismo. Algumas características podem aparecer tanto no bebê autista, quanto em outras crianças que não são autistas.”
Segundo Carolina Lampreia: Por exemplo, o bebê autista não aponta para mostrar algo. Esse é um dos comportamentos que permitem diferenciar autismo de retardo mental. Por que ele não aponta para mostrar? Porque ele não está interessado na outra pessoa. Quando o bebê típico mostra algo, ele quer compartilhar o interesse dele com outro ser humano, o que envolve afeto. O bebê autista pode até apontar para pedir, mas não aponta para compartilhar um interesse porque o adulto não tem um significado afetivo para ele. Mas é importante frisar que o autismo envolve um espectro, uma ampla gama de perfis clínicos de acordo com o grau de severidade. Por isso, sempre será possível, em casos mais leves, encontrar crianças autistas que apontam para mostrar, mas não é o usual.
Devemos exigir quanto pais e cidadãos, um maior comprometimento nas questões de políticas públicas na área de Autismo, principalmente em relação a diagnóstico precoce; os pediatras dos postos de saúde por exemplo, que lidam com a grande população, deveriam estar mais preparados para essa e tantas outras questões.
E realmente tudo esta ligado a informação, que é o que falta para nós professores e pediatras que são os primeiros a ouvirem as primeiras desconfianças dos pais.
Muitas crianças só serão diagnosticada em idade escolar (qdo for), quando aparecerão as primeiras dificuldades. Alguns especialistas inclusive afirmam ser tarde demais.Eu particularmente acho uma afirmação muito pesada, pois acho que nunca é tarde. Porém quanto mais cedo for diagnosticado a criança autista, mais cedo a intervenção e os progressos serão outros.
Quais os Sinais do Autismo?
Segundo a Associação Portuguesa para as Pertubações do Desenvolvimento e Autismo; Um diagnóstico seguro de Autismo é geralmente feito pelos 3 anos de idade. Aos 18 meses é já possível detectar nestas crianças um conjunto de características, cuja presença é um indicador bastante seguro de perturbação autística.
Sinais de Alarme
(A pesquisar na avaliação da criança aos 18 meses)
•Isolamento – falta de interesse pela relação com os outros;
•Ausência de jogos de imitação – dizer adeus; mandar beijos …
•Ausência do jogo do faz de conta – o brinquedo não é usado na sua função simbólica;
•Ausência da atenção partilhada – não chama a atenção do outro para objectos ou acontecimentos, não mostra dói-doi e nem vai mostrar um brinquedo;
•Ausência de apontar protodeclarativo – não usa o dedo para apontar no sentido de partilhar interesse/mostrar alguma coisa;
•Apontar protoimperativo – usar o dedo para apontar mas com o objectivo de pedir/exigir algo. Pode estar presente.
Sinais inespecíficos mas preocupantes
(Podem estar presentes desde o nascimento)
Até aos 18 meses:
Por vezes podem ocorrer:
•Alterações alimentares (dificuldades de sucção, recusa do seio/biberão, anorexia e vómitos);
•Alterações do sono (insónia);
•Choro persistente (“bebé terrível”) ou ausência de choro (“bebé modelo”, especialmente se deixados sós);
•Apatia (indiferença ao que rodeia);
•Ausência de comportamentos de ligação:
◦Contacto visual (não comunicam pelo olhar – olhar fugidio e evitamento do olhar)
◦Não manifesta desejo de ser pegado ao colo (estender os braços e sorrir)
◦Não responde com um sorriso do outro;
•Perturbações do tonus (é difícil pegar nestes bebés são rígidos ou moles, não se moldam ao corpo);
•Não manifestam medo de estranhos (como acontece geralmente com bebés sem problemas pelos 6-8 meses);
•Vocalizações muito pobres ou inexistentes;
•Respostas inconsistentes aos sons (surdez aparente);
•Movimentos estereotipados (balanceio do corpo, abanar a cabeça, posições bizarras não usuais noutras crianças);
•Estes bebés parecem mais satisfeitos se deixados sós e mantendo o ambiente inalterado
Sinais do Guillermo Bebê
Prisão de ventre 15 dias- com uns 4 meses mais ou menos ele ficou 15 dias sem evacuar, tive que levar ao hospital para fazer uma lavagem.
Não era chorão,chorava pouquíssimo, ”um santo bebê”.
Não dava importância para o mobile do berço.
De um ano a 2 +ou-
Olhava para o ventilador do teto ao invés a TV, por exemplo.
Bater cabeça, ele tinha o hábito de bater a cabeça no chão ou nas paredes mas muito leve, nada que fosse pra doer. Eu até pensava que ele fazia isso pra testar as texturas, da parede , chão, etc.
Saltar balançando a cabeça de uma lado ao outro -como ele tinha um colchão de molas no berço, ele dava saltos (vertical) e ao mesmo tempo virava a cabeça de uma lado para outro(horizontal).Ele adorava fazer isso. Fazia muita vezes por dia.E cada vez mais alto e mais forte.
Assim que começou a andar escalava tudo dentro de casa, com muita destreza e poucos tombos.
Tinha obsessão em mexer na televisão, qdo mais alto a colocava mais alto subia, tive que por num suporte de parede.
Não dormia,trocava sono.Ria, gritava, saltava madrugada a fora.
Virava o carrinho de bebê para brincar com as rodas, não brincava com nenhum brinquedo.
Tinha fixação por rodas dos carros.
Com um ano parou de falar e responder qdo chamávamos por ele.
Tinha muita cólica e gases até grande, sofreu muito, tive que fazer alguns ajustes na alimentação e parou totalmente.
Sempre tinha estratégias (raciocínio rápido) para fugas ou outras coisas, muito inteligentes para idade dele( todos diziam isso com espanto).
Alías parecia muito inteligente para idade dele, porém as coisas básicas de bebês da idade não fazia (dar adeus, mandar beijos,brincar com coisas da idade, etc).
E foi ai que vi que havia algo errado!Era inteligente demais, o que não era "normal" para idade dele!
sábado, 8 de maio de 2010
Cansaço: Nível de estresse de soldado
Hoje eu poderia dizer milhões de palavras, muitas coisas sobre ser mãe de um modo geral, mas gostaria apenas de deixar algo que eu encontrei em um artigo para reflexão!
Retirei deu um jornal eletrônico:
"O nível de estresse em mães de pessoas com autismo assemelha-se ao estresse crônico apresentado por soldados combatentes, segundo estudo feito com famílias norte-americanas e divulgado no Journal of Autism and Developmental Disorders. De acordo com a pesquisa, mães que convivem com o autismo dos filhos empenham por dia duas horas a mais com cuidados do que as mães de crianças sem a síndrome, e têm mais interrupções quando estão no trabalho.
Ao longo do dia, elas também apresentaram duas vezes mais probabilidade de estarem cansadas e três vezes mais chances de passarem por um evento estressante. Segundo os responsáveis pelo estudo, é desconhecido o efeito em longo prazo sobre a saúde física dessas mães, já que o elevado estresse pode afetar o nível de glicose, o funcionamento do sistema imunológico e a atividade mental."
Apesar de termos a bravura de um soldado, por trás da farda somos um ser humano, uma mulher.Que procura carinho, abrigo e respeito dentro do núcleo familiar!
Cuidar de nós mesmas...fisicamente e mentalmente. Pois se vc é a estrutura a base da casa, temos que estar bem , em pé!
Ano passado mergulhei no diagnóstico do Gui, resultado não fiz nenhum exame, não fui a dentista nada.
Esse ano depois de levar um monte de broncas da "minha mãe"resolvi fazer exames, resultado: estou toda descontrolada, tireóde, glicose, colesterol....etc, etc...
Por isso o cansaço fora do normal, desânimo, queda de cabelo, lápsos de memória...coisinhas básicas!rs Realmente tenho que cuidar de mim para poder cuidar da turma.
Cuidar aparência, auto estima, a mãe de autista vive descabelada, sapato alto só se ele n estiver junto, porque experimenta correr no salto com um autista em fuga!!!!!
Na correria do dia a dia prendo meu cabelo, se ele esta junto logo solta, adora me ver de cabelo solto.
Semana passada fui a uma festa e coloquei batom vermelho, me agachei na frente dele , ele passou o dedinho nos meus lábios sorriu e disse "mamã"!
Fiquei emocionadíssima, fazia dias que ele não falava nada, meu filho quer me ver linda, feliz, eles são sensíveis, somos seus espelhos!
Tbém precisamos de carinho, mimos e proteção.
Precisamos de abraço que nos envolva o corpo, assim como fazemos com os nossos filhos, ficar "aninhadinhos".
E a você que independente de ser mãe ou não, deixo um abraço de Urso, bem quente, fofo, confortável, cheio amor e respeito! E dizer : "ser mãe é bom pra caramba"!!!!!!!!!!
Retirei deu um jornal eletrônico:
"O nível de estresse em mães de pessoas com autismo assemelha-se ao estresse crônico apresentado por soldados combatentes, segundo estudo feito com famílias norte-americanas e divulgado no Journal of Autism and Developmental Disorders. De acordo com a pesquisa, mães que convivem com o autismo dos filhos empenham por dia duas horas a mais com cuidados do que as mães de crianças sem a síndrome, e têm mais interrupções quando estão no trabalho.
Ao longo do dia, elas também apresentaram duas vezes mais probabilidade de estarem cansadas e três vezes mais chances de passarem por um evento estressante. Segundo os responsáveis pelo estudo, é desconhecido o efeito em longo prazo sobre a saúde física dessas mães, já que o elevado estresse pode afetar o nível de glicose, o funcionamento do sistema imunológico e a atividade mental."
Apesar de termos a bravura de um soldado, por trás da farda somos um ser humano, uma mulher.Que procura carinho, abrigo e respeito dentro do núcleo familiar!
Cuidar de nós mesmas...fisicamente e mentalmente. Pois se vc é a estrutura a base da casa, temos que estar bem , em pé!
Ano passado mergulhei no diagnóstico do Gui, resultado não fiz nenhum exame, não fui a dentista nada.
Esse ano depois de levar um monte de broncas da "minha mãe"resolvi fazer exames, resultado: estou toda descontrolada, tireóde, glicose, colesterol....etc, etc...
Por isso o cansaço fora do normal, desânimo, queda de cabelo, lápsos de memória...coisinhas básicas!rs Realmente tenho que cuidar de mim para poder cuidar da turma.
Cuidar aparência, auto estima, a mãe de autista vive descabelada, sapato alto só se ele n estiver junto, porque experimenta correr no salto com um autista em fuga!!!!!
Na correria do dia a dia prendo meu cabelo, se ele esta junto logo solta, adora me ver de cabelo solto.
Semana passada fui a uma festa e coloquei batom vermelho, me agachei na frente dele , ele passou o dedinho nos meus lábios sorriu e disse "mamã"!
Fiquei emocionadíssima, fazia dias que ele não falava nada, meu filho quer me ver linda, feliz, eles são sensíveis, somos seus espelhos!
Tbém precisamos de carinho, mimos e proteção.
Precisamos de abraço que nos envolva o corpo, assim como fazemos com os nossos filhos, ficar "aninhadinhos".
E a você que independente de ser mãe ou não, deixo um abraço de Urso, bem quente, fofo, confortável, cheio amor e respeito! E dizer : "ser mãe é bom pra caramba"!!!!!!!!!!
domingo, 2 de maio de 2010
Hoje sinto-me muito feliz.
O Gui passou o dia dando muitas gargalhadas, inclusive deu umas saculejadas conosco aqui, domingo é dia de ouvir som alto!!!!!!
Ele anda com mania de tirar roupa de uns dias pra cá "só que faltava", vira é mexe anda com o Bem-te-vi as soltas lá no pátio da frente de casa.
Ele ta gripadão, nariz escorrendo, eu espero que a ação de tirar a roupa esteja ligada com a agonia do nariz tapado, ou outro sintoma de gripe, assim espero, se não, mais uma pra ocupar minha cabeça, fora as outras de todo dia!
Estou com uma dor na região lombar direita, desde que comecei na Apae, onde fico sentada nas cadeiras pequenas, ter que contê-lo para não sair desta, ou mesmo qdo se joga no chão e preciso levantá-lo, ele tá muito pesado.
Alguém pode me responder pra onde vão os ossos dele qdo o pego por baixo do braço, ali no "sovaco", pra levantar?
Ele levanta os dois braços bem pra cima, fica tudo mole e qdo tento segurar escorrega que nem gato.
Tô podre heheheh!
O Gui passou o dia dando muitas gargalhadas, inclusive deu umas saculejadas conosco aqui, domingo é dia de ouvir som alto!!!!!!
Ele anda com mania de tirar roupa de uns dias pra cá "só que faltava", vira é mexe anda com o Bem-te-vi as soltas lá no pátio da frente de casa.
Ele ta gripadão, nariz escorrendo, eu espero que a ação de tirar a roupa esteja ligada com a agonia do nariz tapado, ou outro sintoma de gripe, assim espero, se não, mais uma pra ocupar minha cabeça, fora as outras de todo dia!
Estou com uma dor na região lombar direita, desde que comecei na Apae, onde fico sentada nas cadeiras pequenas, ter que contê-lo para não sair desta, ou mesmo qdo se joga no chão e preciso levantá-lo, ele tá muito pesado.
Alguém pode me responder pra onde vão os ossos dele qdo o pego por baixo do braço, ali no "sovaco", pra levantar?
Ele levanta os dois braços bem pra cima, fica tudo mole e qdo tento segurar escorrega que nem gato.
Tô podre heheheh!
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