Vou deixar uns tópicos, pois aqui n tenho net e vou numa lan...e é longinhoooo...ai vai o resumo da semana:
1- Os medicamentos fizeram muita diferença, ano passado nesse período, o Gui passou 3 noites seguidas sem dormir qdo chegou, depois ficou com o sono irregular, só corria, pulava, parecia ter tomado estimulante, foi horrível e traumático.
2-Tira a roupa sempre e ta um frio do caramba, tenho que ficar "vestindo e vestindo" o tempo todo.
3-Escolheu um canto do terreno para fazer as necessidades fisiológicas, só que agora mete a mão e se suja todo( do cabelo aos pés) inclusive as paredes até chegar na casa, agora ficamos em alerta total, qdo ele some pra "bat-caverna".
4-Ele só quer o canal ¨6¨Cultura e "61" discoverykids que ele mesmo seleciona, ele olha o número e o símbolo do canal hehehe, tá se achando pq a TV em casa tá quase presa no teto.
5- Qdo deixo as meias recolhidas ele as separa por pares, ai vou lá
e troco algumas só pra incomodar, e ele arruma tudo direitinho novamente.
6-Esta muito melhor que no ano passado!
Mas eu estou cansadinha! Pq fico direto com os dois tem chovido muito, e não da pra sair. Confesso que aborrece vê-lo sempre descalço e pelado, passo a maioria do dia vestindo e calçando e ele tirando.
Beijos a todos é mais uma semaninha!
Uma pessoa anônima,que erra, acerta, tem sonhos, se deprime, debocha, da gargalhadas,chora! Um blog que contará algumas passagens,pensamentos de como é ser mãe de um pequeno Autista! Com intuito de ser verdadeiro, sem medo de ser politicamente (in)correto, não quero agradar ou desagradar os gregos e troianos. Eu existo...Nós existimos Eu, um filho de 11 anos e meu pequeno autista de 8 anos. Unidos pelo coração e genética. Como sou conhecida? "- Ah! Aquela que é a Mãe do Autista!!!!!"
A Mãe do Autista
...Investi tudo naquele olhar...Tantas palavras num breve sursurrar...paixão assim não acontece todo dia!
segunda-feira, 26 de julho de 2010
domingo, 18 de julho de 2010
Amanhã cedo irei para o Polo Sul, sim, vou pra cidade da minha mãe Araranguá,4 horas ao sul de Floripa.
Estou indo pra dar um "ar na mente", afinal é férias,e eu preciso dar um tempo na minha rotina.
Esta chovendo muito, e esta um frio polar, como diz o meu irmão, "a Argentina só manda mulher feia e frente fria pra gente"!rs
Vamos ver como vai ficar o senhor Gui com a quebra da rotina dele, qdo der vou a uma lan house e conto pra vcs!
Beijos gelados!
Vou postar algumas fotos do 4 anos!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Movimentos repetitivos e esteriotipias.
Estava relendo os depoimentos nas comunidades e fiquei pensando ...meu filho parou de ranger os dentes, mas agora da tapas na cabeça, as vezes fortes. E eu como todo mundo ao redor segura as mãos dele.
Há um outro movimento que é bem automático, ele deita e começa balançar de um lado para outro, pra acordar ou dormir.
Aqui até brincamos que qdo ele faz isso esta em conexão para ir pro planeta dele ou voltar para Terra (depois do sono).Ele balança e faz um som como estivesse nanando.
A Profª da escola regular dele observou que qdo a sala esta tumultuada, ele vai pro cantinho das almofadas e faz isso, e ela deixa. Foi uma observação muito interessante, pq ela percebeu que ele esta em situação de estresse.
Mas outro dia a psicóloga (escola especial) que estava assistindo o trabalho, qdo estava ainda de adaptação, viu que ele estava estressado, e brigou para que ele parasse e levantasse. Para sentar a mesa.
Ele esta frequentando uma escola especial pela manhã, chego antes de iniciar as atividades, pra ele dar as balançadinhas dele, e via que ficava mais disposto para trabalhar!Atualmente não se balança mais! Prova que se habituou com o local.
E ai veio a dúvida, Deveria estar tirando tudo que o deixa tranquilo, seguro? Pq o que tenho ouvido aqui na net e de alguns especialistas, é barrar tudo, todos movimentos repetitivos.
Eu acho que tem que ser tudo aos poucos, dar tempo para adaptações, pq no caso do meu filho que tem só 3 anos, tem a semana toda cheia de atividades, terapias, estar controlando tudo o tempo todo, moldando, moldando, moldando, as vezes acho que é tbém atropelar algo que é dele, que faz parte da sua natureza.
Não sei...tem horas que parece cruel esse controle todo... a noite qdo ele esta em casa deixo sacudir livremente, caramba tbém tem direitos né!(frase típica de mãe).
Claro temos que tentar cuidar dos movimentos esquisitos, até pra não chamar muito a atenção dos outros, mas controlar em casa certas coisas, me parece um bocado ditatorial...
Os autistas mais velhos que teclo, dizem ser muito cansativo ter que se auto-controlar o tempo todo, que qdo chegam em casa muitas vezes depois de trabalhos ou escola, não têem vontade de fazer nada de tão cansados e esgotados que ficam.
Acredito que não seja diferente com os nossos pequenos.
Há um outro movimento que é bem automático, ele deita e começa balançar de um lado para outro, pra acordar ou dormir.
Aqui até brincamos que qdo ele faz isso esta em conexão para ir pro planeta dele ou voltar para Terra (depois do sono).Ele balança e faz um som como estivesse nanando.
A Profª da escola regular dele observou que qdo a sala esta tumultuada, ele vai pro cantinho das almofadas e faz isso, e ela deixa. Foi uma observação muito interessante, pq ela percebeu que ele esta em situação de estresse.
Mas outro dia a psicóloga (escola especial) que estava assistindo o trabalho, qdo estava ainda de adaptação, viu que ele estava estressado, e brigou para que ele parasse e levantasse. Para sentar a mesa.
Ele esta frequentando uma escola especial pela manhã, chego antes de iniciar as atividades, pra ele dar as balançadinhas dele, e via que ficava mais disposto para trabalhar!Atualmente não se balança mais! Prova que se habituou com o local.
E ai veio a dúvida, Deveria estar tirando tudo que o deixa tranquilo, seguro? Pq o que tenho ouvido aqui na net e de alguns especialistas, é barrar tudo, todos movimentos repetitivos.
Eu acho que tem que ser tudo aos poucos, dar tempo para adaptações, pq no caso do meu filho que tem só 3 anos, tem a semana toda cheia de atividades, terapias, estar controlando tudo o tempo todo, moldando, moldando, moldando, as vezes acho que é tbém atropelar algo que é dele, que faz parte da sua natureza.
Não sei...tem horas que parece cruel esse controle todo... a noite qdo ele esta em casa deixo sacudir livremente, caramba tbém tem direitos né!(frase típica de mãe).
Claro temos que tentar cuidar dos movimentos esquisitos, até pra não chamar muito a atenção dos outros, mas controlar em casa certas coisas, me parece um bocado ditatorial...
Os autistas mais velhos que teclo, dizem ser muito cansativo ter que se auto-controlar o tempo todo, que qdo chegam em casa muitas vezes depois de trabalhos ou escola, não têem vontade de fazer nada de tão cansados e esgotados que ficam.
Acredito que não seja diferente com os nossos pequenos.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Tenho que atualizar alguns acontecimentos, aqui pela minha Terra!É tanta coisa se acumulando.
Vou começar pelo encontro do "Grupo de Apoio, Pesquisa e Troca de Experiências sobre Autismo e Síndrome de Asperger".
Foram em média 30 participantes, entre pais, curiosos, professores, vieram pessoas de outras cidades, ficamos muito contentes porque isso só nos fortalece estar junto de um grupo que passa ou já passaram as mesmas dificuldades nossas.
Bom tbém estar num lugar onde nossos filhos puderam circular livremente e "ser eles próprios". E para nós, pois acho que ficamos mais tranqüilos em relação a "olhares para as esquisitices dos filhos" afinal todos ali tinham o seu jeitinho particular e beleza única!
O grupo revezando-se para olhar o filho do outro, muito legal.
Esse foi o primeiro encontro, esperávamos que podíamos estar juntos mais vezes, e aos poucos indo nos aproximando por afinidades, delegando tarefas, estudos, e nos fortalecendo como grupo para buscar nossos direitos e pedir apoio.
Para o segundo encontro onde o assunto era "A importância de um diagnóstico precoce".
O objetivo era destacar a importância de perceber alguns sinais que eram indícios de atraso no desenvolvimento infantil, e que eu pessoalmente acreditava ser
fundamental para professores da Educação Infantil, levando em conta que, são eles muitas vezes que passam a maior parte do dia com as nossas crianças.
Acreditava que ia "bombar", tive uma enorme decepção. Para a minha surpresa não apareceu nenhum professor da Educação Infantil. Para não dizer nenhum a ex-professora do Guillermo estava lá.
Eu não conseguia esconder a minha a enorme frustração e vergonha como professora, (embora seja profª de alunos da 5ª série pra cima).
Porque estavam ali dois profissionais gabaritados, um pediatra e uma geneticista, dispostos a responderem todas as dúvidas e melhor, evento gratuito.
Os pais aproveitaram muito, foi muito legal, ouvir os depoimentos, perguntas, aprender.
É triste que nenhum professor de alguma criança que estava presente apareceu (eram várias crianças de várias idades e de escolas diferentes), e tantos outros que foram contactados.
Qdo se trata da "verdadeira Inclusão" tbém não cabe só ao professor de sala de aula propriamente dito, toda escola deve estar envolvida. Se um representante somente estivesse ali com o intuito de repassar aos colegas depois, já seria positivo.
Ah mais poderíamos pensar:
-Poxa já trabalho a semana inteira, ganho super mal, e tantas outras coisas...
Mas aí eu em pego a pensar, caramba, e o lado humano? Como é que tenho um aluno dentro do meu ambiente de trabalho com limitações, "especial" e não me interesso a conhecer um pouco dele? Principalmente num tema tão específico?
Enfim... Vamos continuar né...prefiro não aprofundar mais minhas idéias sobre como tem sido feito a inclusão que vejo por ai!.
Vou começar pelo encontro do "Grupo de Apoio, Pesquisa e Troca de Experiências sobre Autismo e Síndrome de Asperger".
Foram em média 30 participantes, entre pais, curiosos, professores, vieram pessoas de outras cidades, ficamos muito contentes porque isso só nos fortalece estar junto de um grupo que passa ou já passaram as mesmas dificuldades nossas.
Bom tbém estar num lugar onde nossos filhos puderam circular livremente e "ser eles próprios". E para nós, pois acho que ficamos mais tranqüilos em relação a "olhares para as esquisitices dos filhos" afinal todos ali tinham o seu jeitinho particular e beleza única!
O grupo revezando-se para olhar o filho do outro, muito legal.
Esse foi o primeiro encontro, esperávamos que podíamos estar juntos mais vezes, e aos poucos indo nos aproximando por afinidades, delegando tarefas, estudos, e nos fortalecendo como grupo para buscar nossos direitos e pedir apoio.
Para o segundo encontro onde o assunto era "A importância de um diagnóstico precoce".
O objetivo era destacar a importância de perceber alguns sinais que eram indícios de atraso no desenvolvimento infantil, e que eu pessoalmente acreditava ser
fundamental para professores da Educação Infantil, levando em conta que, são eles muitas vezes que passam a maior parte do dia com as nossas crianças.
Acreditava que ia "bombar", tive uma enorme decepção. Para a minha surpresa não apareceu nenhum professor da Educação Infantil. Para não dizer nenhum a ex-professora do Guillermo estava lá.
Eu não conseguia esconder a minha a enorme frustração e vergonha como professora, (embora seja profª de alunos da 5ª série pra cima).
Porque estavam ali dois profissionais gabaritados, um pediatra e uma geneticista, dispostos a responderem todas as dúvidas e melhor, evento gratuito.
Os pais aproveitaram muito, foi muito legal, ouvir os depoimentos, perguntas, aprender.
É triste que nenhum professor de alguma criança que estava presente apareceu (eram várias crianças de várias idades e de escolas diferentes), e tantos outros que foram contactados.
Qdo se trata da "verdadeira Inclusão" tbém não cabe só ao professor de sala de aula propriamente dito, toda escola deve estar envolvida. Se um representante somente estivesse ali com o intuito de repassar aos colegas depois, já seria positivo.
Ah mais poderíamos pensar:
-Poxa já trabalho a semana inteira, ganho super mal, e tantas outras coisas...
Mas aí eu em pego a pensar, caramba, e o lado humano? Como é que tenho um aluno dentro do meu ambiente de trabalho com limitações, "especial" e não me interesso a conhecer um pouco dele? Principalmente num tema tão específico?
Enfim... Vamos continuar né...prefiro não aprofundar mais minhas idéias sobre como tem sido feito a inclusão que vejo por ai!.
terça-feira, 22 de junho de 2010
AUTISMO E POLUIÇÃO
Da onde vem, como surge? Essas são as mais variadas perguntas sobre autismo, uma coisa é certa, nenhum é igual ao outro. Isso ocorre pelo fato de poder ser desencadeado por várias origens.
Fatores genéticos, ambientais, problemas ao nascer, intolerância alimentar, tudo isso pode ser um fator de causa desse comportamento, e quando falo em “ambiental” digo exatamente Meio Ambiente.
Por ser especialista nessa área me arrisco a falar um pouco sobre ela, até porque não se costuma falar muito dessa temática ligada a autismo, mas acho que vale apena tomar conhecimento de pesquisas.
Em menos de uma geração trouxemos pra dentro de casa coisas que aparentemente facilitam as nossas vidas.
Microondas, computador (horas exposto a luz da tela), celular com aquela bateria colada ao cérebro, produtos industrializados, aumento dos automóveis e por ai vai.
Pessoas cada vez mais morrem de câncer, aneurismas. Apareceram diversos problemas neurológicos e cada vez mais em jovens, inclusive crianças com diversos tipos de Autismo e TDAH, o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade é um transtorno neurobiológico, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção).
Pensei então em uma rápida analise ambiental para fazermos uma pequena reflexão.
Tomamos como caso a nossa Ilha, Florianópolis, a própria formação geográfica, e o desenvolvimento urbano atual propiciam situações que otimizam o problema atmosférico, ligado a poluição do ar.
Posso dar um exemplo aqui na Trindade, a cada casa destruída um prédio, uma casa com seis pessoas agora no mesmo lugar verticalmente falando passam a serem no mínimo umas 50 pessoas uns 15 carros.
Isso é uma hipótese sem nenhum dado científico, usei esses números apenas para ilustrar o desenvolvimento vertical desordenado e o número de veículos.
E por falar em veículos já observaram o aumento descontrolado destes, qto tempo ficamos parados no transito, ou respirando todos esses resíduos?
Agora voltando a Ilha, cercada de morros que já é uma barreira natural para circulação de ventos mais as edificações, o resultado é a má circulação de ar, o ar poluído acaba se acumulando e não consegue se dispersar.
Dr. Saldiva é um cientista militante. Da Faculdade de Medicina da USP, tem mostrado em suas pesquisas coisas que vinha suspeitando, nas minhas longas conversas com meu eu.
Poluição queima de combustíveis fósseis
Na maior parte das cidades do mundo, as partículas de ozônio são as mais importantes, mas suspeitamos de alguns outros, que não têm medidas regulares. Por exemplo, sabemos que alguns compostos do diesel, quando queimados, liberam substâncias que têm um efeito muito parecido com o estrógeno. Há ainda as dioxinas e os furanos, alguns metais como o cádmio, que inibem a ligação com o estrógeno. São substâncias que ou são estrogênicas em si ou inibem a conversão do estrógeno para progesterona por uma enzima chamada aromatase.
Elas impedem a conversão. E isso explica algumas alterações, como a endometriose, a queda da qualidade do volume do sêmen dos homens, talvez a maior precocidade de câncer de mama, nas mulheres; tudo isso estaria relacionado. Outra coisa que está aparecendo de muito novo são as nanopartículas. Quando você põe um catalisador no carro, por exemplo, há uma suspeita de que ele transforme partículas grandes em nanopartículas.
Essas nanopartículas estariam mais concentradas nos corredores de tráfego. Só que a farmacocinética de uma nanopartícula é completamente diferente, pois não tem aquele processo de distribuição e metabolização pelo organismo. Ela vai para tudo quanto é canto. São partículas de dois, três nanômetros, não há barreira física para elas. Além disso, podem conter metais. Existe uma tendência hoje muito grande de se dar importância às nanopartículas, especialmente quanto aos aspectos comportamentais associados com a poluição do ar.
Suspeita-se de um risco maior no espectro de distúrbios de atenção e de autismo em crianças que moram ao lado dos corredores de tráfego. Uma das hipóteses é de que as nanopartículas atravessem a barreira hematoencefálica, porque são nano, e interfiram na maturação de certas áreas do sistema nervoso central. A suposição é de que tal interferência ocorra em crianças muito pequenas ou mesmo durante a embriogênese.
Principalmente naqueles que têm um polimorfismo genético desfavorável e não conseguem processar os poluentes.
Poluição Industrial
A revista inglesa The Lancet aponta que milhões de crianças no mundo todo podem ter sofrido danos cerebrais por efeito da poluição industrial, segundo um estudo científico publicado em seu site. Dizem informações veiculadas na Internet que o estudo, elaborado por especialistas americanos e dinamarqueses, indica a existência de uma "pandemia silenciosa" de transtornos no desenvolvimento neurológico.
Entre as doenças e transtornos derivados da poluição industrial são autismo, déficit de atenção, retardamento mental e paralisia cerebral. Os autores do estudo identificaram 202 produtos químicos industriais potencialmente prejudiciais ao cérebro humano. Atualmente, mais de mil produtos químicos são considerados neurotóxicos em animais. Os cientistas temem que esses produtos também possam afetar os seres humanos.
Ai podemos nos perguntar, mas como poluição industrial se moro longe das indústrias?
Acredite, a atmosfera é dinâmica e os ventos carregam tudo de um lado para outro, é esse acúmulo provém de anos.
Uma das coisas que marcaram minha infância foram as reportagens sobre Cubatão/SP, das crianças que nasciam com várias doenças e más formações entre elas sem cérebro por conta da poluição industrial.
Exposição a Agrotóxicos
Henrique Cortez, do Ecodebate relatou sobre uma equipe de cientistas da Universidade de Montreal e da Universidade de Harvard descobriram que a exposição a agrotóxicos organofosforados está associada ao aumento do risco de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças.
Publicado na revista Pediatrics, a pesquisa [Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder and Urinary Metabolites of Organophosphate Pesticides] descobriu uma ligação entre a exposição à pesticida e a presença de sintomas de TDAH. O estudo foi realizado com 1139 crianças, de acordo com uma amostra da população geral dos EUA, e mediu os níveis de pesticidas em sua urina. Os autores concluíram que a exposição a pesticidas organofosforados, em níveis comumente encontrados em crianças nos EUA, pode contribuir para o diagnóstico de TDAH.
“Estudos anteriores mostraram que a exposição a alguns compostos organofosforados causar hiperatividade e déficit cognitivo em animais”, diz o autor Maryse F. Bouchard, da Universidade de Montreal, Departamento de Meio Ambiente e Saúde do Trabalho no Sainte-Justine Hospital Research Center. “Nosso estudo encontrou que a exposição à organofosforados no desenvolvimento de crianças pode ter efeitos sobre os sistemas neurais e pode contribuir para comportamentos tipicamente diagnosticados em TDAH, tais como desatenção, hiperatividade e impulsividade.” características bem autistas, pelo menos do meu!
Aqui no Brasil no Hospital Universitário (HU) da USP, serão analisadas 400 gestantes, dos mais diferentes perfis, fumantes e não-fumantes e que moram próximas ou distantes da poluição. As mulheres serão acompanhadas durante todo o período de gestação e seus filhos até os três anos de idade. O objetivo é analisar distúrbios como o autismo, baixo peso e obesidade, entre outros problemas.
Muitas de nossas crianças nascem com uma pré-disposição genética para reter metais pesados (cobre, chumbo, alumínio, mercúrio, etc) no organismo ao invés de excretá-los e o problema maior é causado pelo mercúrio.
Ocorre que o mercúrio permanece na circulação sanguínea por volta de 6 meses após a exposição, depois vindo a se concentrar no cérebro, ali permanecendo "oculto" e causando grave degeneração dos neurônios.
Lamentavelmente, quanto mais tempo se leva para detectar a intoxicação por mercúrio, mais comprometido se torna o indivíduo, pois o mercúrio causa danos irreversíveis.
Pelo menos nos Estados Unidos, desde 2001 já não são mais fabricadas vacinas contendo Thimerosal (mercúrio). Porém cabe destacar que, não são as vacinas propriamente ditas que induzem ao autismo, mas sim o "conservante" Thimerosal que é o causador do problema.
Acontece que o mercúrio não esta só nas vacinas, e deixar de vacinar também não seria a solução.O mercúrio esta no ar que respiramos e nos alimentos que ingerimos entre outros.
Os laboratóris aqui da UFSC até um tempo atrás mandavam mercúrio ( pelas pias dos labotatórios) iam pelo esgoto para o Manguezal do Itacorubi, uma Biólga dessa universidade verificou em suas pesquisas que haviam animais daquele ecossistema nascendo com mutações genéticas, com por exemplo caranguejos sem olhos, sem patas,etc.
Os peixes que se criam ali por exemplo, se alimentam dentro daquele ecossistema antes de ir para o mar, o organismo não expele o metal pesado, qdo comemos esse peixe tudo isso passa pro nosso organismo . Acredito que já solucionaram o problema com esgotos da UFSC.
Àgua Tratada
Gestantes que consomem água clorada têm um risco maior de dar à luz bebês com problemas no coração, lábio leporino e defeitos no cérebro, sugere um estudo realizado com crianças.
A Dra. Phyllis Mullenix, então chefe do Toxology Department at the Forsyth Dental Center, afiliado ao Harvard Medical School, foi convidada pelo Dr. Harold Hodge, um dos fundadores do society of Toxology, a dar início ao Forsyth’s Toxicology Department com a pesquisa sobre o potencial neurotóxico do flúor. Segue, pois, um resumo do seu depoimento, em 14 de setembro de 1998.
“... Assim, nosso relatório foi o primeiro estudo laboratorial a demonstrar, in vivo, que as funções do Sistema Nervoso Central são vulneráveis ao flúor, que seus efeitos sobre o comportamento estão relacionados à idade a que se lhe foi exposto e ao seu acumulo nos tecidos do cérebro – a exposição pré-natal, por exemplo, produz comportamentos semelhantes à hiperatividade induzida por drogas e/ou deficiências cognitivas.
O estudo não examinou a histologia do cérebro, mas sugerimos que os efeitos sobre o comportamento eram consistentes no que diz respeito à interrupção do desenvolvimento do hipocampo – a região do cérebro relacionada com a memória...”
Só lembrando que o hipocampo é responsável pela memória, nomeação, fluência verbal, planejamento espacial, entre outras funções.
Mas atenção as águas minerais, é preciso olhar o rótulo para ver a dosagem de calcário, pois com o tempo o acúmulo desse calcário causa calculo renal.
!!!! Se correr o bicho pega se ficar o bicho come!!!!!!!!
Como foi abordado anteriormente esse texto não tem cunho científico, alguns trexos você encontra no google, meu objetivo foi mostrar como nós estamos sendo afetados por todos os lados no quisito dos aditivos químicos no nosso meio ambiente, e se nós tivermos predisposição ao Autismo, todos esse fatores poluentes acumulados no organismo podem desencadear esse tal comportamento.
Não é atoa que se fala em epidemia, seja em Autismo ou em TDHA.
Portanto acredito piamente na “proliferação do autismo não sindrômico” por conta “também” da qualidade ambiental, afinal não sabemos o que respiramos o que comemos e o que bebemos.
Fatores genéticos, ambientais, problemas ao nascer, intolerância alimentar, tudo isso pode ser um fator de causa desse comportamento, e quando falo em “ambiental” digo exatamente Meio Ambiente.
Por ser especialista nessa área me arrisco a falar um pouco sobre ela, até porque não se costuma falar muito dessa temática ligada a autismo, mas acho que vale apena tomar conhecimento de pesquisas.
Em menos de uma geração trouxemos pra dentro de casa coisas que aparentemente facilitam as nossas vidas.
Microondas, computador (horas exposto a luz da tela), celular com aquela bateria colada ao cérebro, produtos industrializados, aumento dos automóveis e por ai vai.
Pessoas cada vez mais morrem de câncer, aneurismas. Apareceram diversos problemas neurológicos e cada vez mais em jovens, inclusive crianças com diversos tipos de Autismo e TDAH, o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade é um transtorno neurobiológico, que aparece na infância e freqüentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Ele se caracteriza por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade. Ele é chamado às vezes de DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção).
Pensei então em uma rápida analise ambiental para fazermos uma pequena reflexão.
Tomamos como caso a nossa Ilha, Florianópolis, a própria formação geográfica, e o desenvolvimento urbano atual propiciam situações que otimizam o problema atmosférico, ligado a poluição do ar.
Posso dar um exemplo aqui na Trindade, a cada casa destruída um prédio, uma casa com seis pessoas agora no mesmo lugar verticalmente falando passam a serem no mínimo umas 50 pessoas uns 15 carros.
Isso é uma hipótese sem nenhum dado científico, usei esses números apenas para ilustrar o desenvolvimento vertical desordenado e o número de veículos.
E por falar em veículos já observaram o aumento descontrolado destes, qto tempo ficamos parados no transito, ou respirando todos esses resíduos?
Agora voltando a Ilha, cercada de morros que já é uma barreira natural para circulação de ventos mais as edificações, o resultado é a má circulação de ar, o ar poluído acaba se acumulando e não consegue se dispersar.
Dr. Saldiva é um cientista militante. Da Faculdade de Medicina da USP, tem mostrado em suas pesquisas coisas que vinha suspeitando, nas minhas longas conversas com meu eu.
Poluição queima de combustíveis fósseis
Na maior parte das cidades do mundo, as partículas de ozônio são as mais importantes, mas suspeitamos de alguns outros, que não têm medidas regulares. Por exemplo, sabemos que alguns compostos do diesel, quando queimados, liberam substâncias que têm um efeito muito parecido com o estrógeno. Há ainda as dioxinas e os furanos, alguns metais como o cádmio, que inibem a ligação com o estrógeno. São substâncias que ou são estrogênicas em si ou inibem a conversão do estrógeno para progesterona por uma enzima chamada aromatase.
Elas impedem a conversão. E isso explica algumas alterações, como a endometriose, a queda da qualidade do volume do sêmen dos homens, talvez a maior precocidade de câncer de mama, nas mulheres; tudo isso estaria relacionado. Outra coisa que está aparecendo de muito novo são as nanopartículas. Quando você põe um catalisador no carro, por exemplo, há uma suspeita de que ele transforme partículas grandes em nanopartículas.
Essas nanopartículas estariam mais concentradas nos corredores de tráfego. Só que a farmacocinética de uma nanopartícula é completamente diferente, pois não tem aquele processo de distribuição e metabolização pelo organismo. Ela vai para tudo quanto é canto. São partículas de dois, três nanômetros, não há barreira física para elas. Além disso, podem conter metais. Existe uma tendência hoje muito grande de se dar importância às nanopartículas, especialmente quanto aos aspectos comportamentais associados com a poluição do ar.
Suspeita-se de um risco maior no espectro de distúrbios de atenção e de autismo em crianças que moram ao lado dos corredores de tráfego. Uma das hipóteses é de que as nanopartículas atravessem a barreira hematoencefálica, porque são nano, e interfiram na maturação de certas áreas do sistema nervoso central. A suposição é de que tal interferência ocorra em crianças muito pequenas ou mesmo durante a embriogênese.
Principalmente naqueles que têm um polimorfismo genético desfavorável e não conseguem processar os poluentes.
Poluição Industrial
A revista inglesa The Lancet aponta que milhões de crianças no mundo todo podem ter sofrido danos cerebrais por efeito da poluição industrial, segundo um estudo científico publicado em seu site. Dizem informações veiculadas na Internet que o estudo, elaborado por especialistas americanos e dinamarqueses, indica a existência de uma "pandemia silenciosa" de transtornos no desenvolvimento neurológico.
Entre as doenças e transtornos derivados da poluição industrial são autismo, déficit de atenção, retardamento mental e paralisia cerebral. Os autores do estudo identificaram 202 produtos químicos industriais potencialmente prejudiciais ao cérebro humano. Atualmente, mais de mil produtos químicos são considerados neurotóxicos em animais. Os cientistas temem que esses produtos também possam afetar os seres humanos.
Ai podemos nos perguntar, mas como poluição industrial se moro longe das indústrias?
Acredite, a atmosfera é dinâmica e os ventos carregam tudo de um lado para outro, é esse acúmulo provém de anos.
Uma das coisas que marcaram minha infância foram as reportagens sobre Cubatão/SP, das crianças que nasciam com várias doenças e más formações entre elas sem cérebro por conta da poluição industrial.
Exposição a Agrotóxicos
Henrique Cortez, do Ecodebate relatou sobre uma equipe de cientistas da Universidade de Montreal e da Universidade de Harvard descobriram que a exposição a agrotóxicos organofosforados está associada ao aumento do risco de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) em crianças.
Publicado na revista Pediatrics, a pesquisa [Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder and Urinary Metabolites of Organophosphate Pesticides] descobriu uma ligação entre a exposição à pesticida e a presença de sintomas de TDAH. O estudo foi realizado com 1139 crianças, de acordo com uma amostra da população geral dos EUA, e mediu os níveis de pesticidas em sua urina. Os autores concluíram que a exposição a pesticidas organofosforados, em níveis comumente encontrados em crianças nos EUA, pode contribuir para o diagnóstico de TDAH.
“Estudos anteriores mostraram que a exposição a alguns compostos organofosforados causar hiperatividade e déficit cognitivo em animais”, diz o autor Maryse F. Bouchard, da Universidade de Montreal, Departamento de Meio Ambiente e Saúde do Trabalho no Sainte-Justine Hospital Research Center. “Nosso estudo encontrou que a exposição à organofosforados no desenvolvimento de crianças pode ter efeitos sobre os sistemas neurais e pode contribuir para comportamentos tipicamente diagnosticados em TDAH, tais como desatenção, hiperatividade e impulsividade.” características bem autistas, pelo menos do meu!
Aqui no Brasil no Hospital Universitário (HU) da USP, serão analisadas 400 gestantes, dos mais diferentes perfis, fumantes e não-fumantes e que moram próximas ou distantes da poluição. As mulheres serão acompanhadas durante todo o período de gestação e seus filhos até os três anos de idade. O objetivo é analisar distúrbios como o autismo, baixo peso e obesidade, entre outros problemas.
Muitas de nossas crianças nascem com uma pré-disposição genética para reter metais pesados (cobre, chumbo, alumínio, mercúrio, etc) no organismo ao invés de excretá-los e o problema maior é causado pelo mercúrio.
Ocorre que o mercúrio permanece na circulação sanguínea por volta de 6 meses após a exposição, depois vindo a se concentrar no cérebro, ali permanecendo "oculto" e causando grave degeneração dos neurônios.
Lamentavelmente, quanto mais tempo se leva para detectar a intoxicação por mercúrio, mais comprometido se torna o indivíduo, pois o mercúrio causa danos irreversíveis.
Pelo menos nos Estados Unidos, desde 2001 já não são mais fabricadas vacinas contendo Thimerosal (mercúrio). Porém cabe destacar que, não são as vacinas propriamente ditas que induzem ao autismo, mas sim o "conservante" Thimerosal que é o causador do problema.
Acontece que o mercúrio não esta só nas vacinas, e deixar de vacinar também não seria a solução.O mercúrio esta no ar que respiramos e nos alimentos que ingerimos entre outros.
Os laboratóris aqui da UFSC até um tempo atrás mandavam mercúrio ( pelas pias dos labotatórios) iam pelo esgoto para o Manguezal do Itacorubi, uma Biólga dessa universidade verificou em suas pesquisas que haviam animais daquele ecossistema nascendo com mutações genéticas, com por exemplo caranguejos sem olhos, sem patas,etc.
Os peixes que se criam ali por exemplo, se alimentam dentro daquele ecossistema antes de ir para o mar, o organismo não expele o metal pesado, qdo comemos esse peixe tudo isso passa pro nosso organismo . Acredito que já solucionaram o problema com esgotos da UFSC.
Àgua Tratada
Gestantes que consomem água clorada têm um risco maior de dar à luz bebês com problemas no coração, lábio leporino e defeitos no cérebro, sugere um estudo realizado com crianças.
A Dra. Phyllis Mullenix, então chefe do Toxology Department at the Forsyth Dental Center, afiliado ao Harvard Medical School, foi convidada pelo Dr. Harold Hodge, um dos fundadores do society of Toxology, a dar início ao Forsyth’s Toxicology Department com a pesquisa sobre o potencial neurotóxico do flúor. Segue, pois, um resumo do seu depoimento, em 14 de setembro de 1998.
“... Assim, nosso relatório foi o primeiro estudo laboratorial a demonstrar, in vivo, que as funções do Sistema Nervoso Central são vulneráveis ao flúor, que seus efeitos sobre o comportamento estão relacionados à idade a que se lhe foi exposto e ao seu acumulo nos tecidos do cérebro – a exposição pré-natal, por exemplo, produz comportamentos semelhantes à hiperatividade induzida por drogas e/ou deficiências cognitivas.
O estudo não examinou a histologia do cérebro, mas sugerimos que os efeitos sobre o comportamento eram consistentes no que diz respeito à interrupção do desenvolvimento do hipocampo – a região do cérebro relacionada com a memória...”
Só lembrando que o hipocampo é responsável pela memória, nomeação, fluência verbal, planejamento espacial, entre outras funções.
Mas atenção as águas minerais, é preciso olhar o rótulo para ver a dosagem de calcário, pois com o tempo o acúmulo desse calcário causa calculo renal.
!!!! Se correr o bicho pega se ficar o bicho come!!!!!!!!
Como foi abordado anteriormente esse texto não tem cunho científico, alguns trexos você encontra no google, meu objetivo foi mostrar como nós estamos sendo afetados por todos os lados no quisito dos aditivos químicos no nosso meio ambiente, e se nós tivermos predisposição ao Autismo, todos esse fatores poluentes acumulados no organismo podem desencadear esse tal comportamento.
Não é atoa que se fala em epidemia, seja em Autismo ou em TDHA.
Portanto acredito piamente na “proliferação do autismo não sindrômico” por conta “também” da qualidade ambiental, afinal não sabemos o que respiramos o que comemos e o que bebemos.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Grupo de Apoio, Pesquisa e Troca de Experiências sobre Autismo e Síndrome de Asperger (AS.)
Grupo de Apoio, Pesquisa e Troca de Experiências sobre Autismo e Síndrome de Asperger (AS.)
Apesar de atualmente termos mais acesso a material seja em livros e principalmente a internet, devemos lembrar que o autismo é algo muito “individual” sendo cada caso um caso, e apesar das características em comum, cada indivíduo apresenta-se de forma diferenciada.
Porém o contato e a experiência de quem convive diarimanente com o autista nesses casos, podem nos trazer mais suportes para lidar com esse desafio!
Com intuito dessa troca de experiência, que traz conforto para as pessoas que estão lidando atualmente com crianças e adolescentes, pensou-se na iniciativa de montar um grupo, de estudos e apoio a assuntos ligados a Autismo e AS.
Descrição do evento:
Durante a realização deste encontro, pais, familiares, amigos, especialistas, professores e outras pessoas interessadas no tema Autismo e Asperger trocam experiências, apresentam novas informações e, principalmente, relatam e debatem sobre suas vivências com filhos, conhecidos, alunos ou familiares autistas.
“Para conviver é preciso conhecer”, e é com essa troca de experiências e vivências a oportunidade de saber mais e aprender, são momentos únicos, que não se consegue muitas vezes obter vida acadêmica.
“Devemos aprender a olhar o mundo através do ponto de vista de uma pessoa com autismo, assim vamos entendê-lo”. (Luciane Oliveira Vianana).
Como funciona:
A cada um sábado do mês, iremos escolher temas que deverão ser estudado a parte e debatido nas reuniões, sempre com algum profissional da área, (fonoaudióloga, psiquiatra, médico, psicólogos, etc) para trazer esclarecimento técnico, e claro a participação dos pais e professores contribuindo com seus relatos que é um ponto muito importante.
Usaremos o livro*: Convivendo com Autismo e Síndrome de Asperger. Estratégias práticas para pais e profissionais, num primeiro momento para nortear os estudos, sempre será avisado com antecedência os assuntos a serem trabalhados.
A escola infantil Flor do Campus (UFSC), que atualmente faz a inclusão de dois meninos autistas, ofereceu gentilmente o espaço para reuniões.
Possui estacionamento, é um local arborizado, com muito espaço e segurança. Deste modo os pais que tiverem interesse poderão trazer seus filhos, pois muitas vezes o que os impedem de participar de palestras, é justamente não ter com quem deixá-los ou não ser um espaço apropriado para levá-los.
Contamos com a participação de todos, é gratuito.
Gostaríamos de colaboração para um lanche coletivo.
Programação:
29 Maio de 2010
14:00h Momento para leitura de material.
14:30h Como as Crianças Portadoras de Distúrbio do Espectro do Autismo Vêem o Mundo?
Palestrante: GISELE TRIDAPALLI. Psicóloga AMA- Fpolis
16:00h Linguagem e Desenvolvimento de Aptidões de Comunicação.
Palestrante:Bianca Durieux- Fonoaudióloga
12 de junho de 2010
14:00h Momento para leitura de material
14:30h Autismo Infantil como Detectar ?Avaliação e Diagnóstico.
Palestrante: Dr THIAGO DEMATHÉ
Médico Pediatra - Clínica Arco Íris e Clínica Tio Cecim
Coordenador/Professor do Projeto Terapeutas da Alegria - UFSC
16:00h Autismo e Genética
Palestrante: Drª Pricila Bernardi- Geneticista do HU da UFSC
Inscrições: Alessandra Gutierrez
guiauismo@gmail.com /32334176- 84097565
Local : Flor do Campus (escola próximo aos escoteiros dentro da UFSC)
*WRIGHT,Barry e WILLIAMS,Chris
Convivendo com Autismo e Síndrome de Asperger. Estratégias Práticas para Pais e Profissionais. 2008. M.Boooks.SP
Apesar de atualmente termos mais acesso a material seja em livros e principalmente a internet, devemos lembrar que o autismo é algo muito “individual” sendo cada caso um caso, e apesar das características em comum, cada indivíduo apresenta-se de forma diferenciada.
Porém o contato e a experiência de quem convive diarimanente com o autista nesses casos, podem nos trazer mais suportes para lidar com esse desafio!
Com intuito dessa troca de experiência, que traz conforto para as pessoas que estão lidando atualmente com crianças e adolescentes, pensou-se na iniciativa de montar um grupo, de estudos e apoio a assuntos ligados a Autismo e AS.
Descrição do evento:
Durante a realização deste encontro, pais, familiares, amigos, especialistas, professores e outras pessoas interessadas no tema Autismo e Asperger trocam experiências, apresentam novas informações e, principalmente, relatam e debatem sobre suas vivências com filhos, conhecidos, alunos ou familiares autistas.
“Para conviver é preciso conhecer”, e é com essa troca de experiências e vivências a oportunidade de saber mais e aprender, são momentos únicos, que não se consegue muitas vezes obter vida acadêmica.
“Devemos aprender a olhar o mundo através do ponto de vista de uma pessoa com autismo, assim vamos entendê-lo”. (Luciane Oliveira Vianana).
Como funciona:
A cada um sábado do mês, iremos escolher temas que deverão ser estudado a parte e debatido nas reuniões, sempre com algum profissional da área, (fonoaudióloga, psiquiatra, médico, psicólogos, etc) para trazer esclarecimento técnico, e claro a participação dos pais e professores contribuindo com seus relatos que é um ponto muito importante.
Usaremos o livro*: Convivendo com Autismo e Síndrome de Asperger. Estratégias práticas para pais e profissionais, num primeiro momento para nortear os estudos, sempre será avisado com antecedência os assuntos a serem trabalhados.
A escola infantil Flor do Campus (UFSC), que atualmente faz a inclusão de dois meninos autistas, ofereceu gentilmente o espaço para reuniões.
Possui estacionamento, é um local arborizado, com muito espaço e segurança. Deste modo os pais que tiverem interesse poderão trazer seus filhos, pois muitas vezes o que os impedem de participar de palestras, é justamente não ter com quem deixá-los ou não ser um espaço apropriado para levá-los.
Contamos com a participação de todos, é gratuito.
Gostaríamos de colaboração para um lanche coletivo.
Programação:
29 Maio de 2010
14:00h Momento para leitura de material.
14:30h Como as Crianças Portadoras de Distúrbio do Espectro do Autismo Vêem o Mundo?
Palestrante: GISELE TRIDAPALLI. Psicóloga AMA- Fpolis
16:00h Linguagem e Desenvolvimento de Aptidões de Comunicação.
Palestrante:Bianca Durieux- Fonoaudióloga
12 de junho de 2010
14:00h Momento para leitura de material
14:30h Autismo Infantil como Detectar ?Avaliação e Diagnóstico.
Palestrante: Dr THIAGO DEMATHÉ
Médico Pediatra - Clínica Arco Íris e Clínica Tio Cecim
Coordenador/Professor do Projeto Terapeutas da Alegria - UFSC
16:00h Autismo e Genética
Palestrante: Drª Pricila Bernardi- Geneticista do HU da UFSC
Inscrições: Alessandra Gutierrez
guiauismo@gmail.com /32334176- 84097565
Local : Flor do Campus (escola próximo aos escoteiros dentro da UFSC)
*WRIGHT,Barry e WILLIAMS,Chris
Convivendo com Autismo e Síndrome de Asperger. Estratégias Práticas para Pais e Profissionais. 2008. M.Boooks.SP
domingo, 23 de maio de 2010
Como expressar a dor? Se não sabem dizer o que se sente?
*Ano passado eu cheguei na otorrino pra fazer uma consulta de investigação/rotina primeira vez, e ela se apavorou pq o Gui estava com uma otite poderosa.
Caramba , como pode não reclamar de dor e nem teve febre? Engraçado que as professoras notaram que ele estava mais agitado, irritado, não queria fazer as coisas.
Ele tem mania de dar tapas na cabeça, mas aqueles tapas estavam muito fortes e repetidas vezes.Semana passada o Gui estava gripado, e a professora me perguntou se estava tudo bem em casa, pelos mesmos motivos anteriores.
Não perdi tempo levei na emergência da otorrino, e lá estava ele com otite novamente.
è difícil saber qdo algo esta errado com quem não fala ou não consegue expressar.. mas aqueles tapas na cabeça estavam muito violentos.
Conheci a história de um adolescente que começou dar cabeçadas horríveis na parede,violentas mesmo , e só depois de muito revirar o menino, lembraram dos dentes, ele estava com muitas cáries e tinha um tratamento de canal a fazer.Imagina a dor que esse pobre estava sentindo!!!
Cólicas por causa de vermes, e por ai vai.
As vezes ficamos "pipocando" em neurologistas, psiquiatras e deixamos outras coisas de lado e qdo vão ficando maiores que temos a tendência de não ir tanto a médicos, dentistas,etc.
Como expressar a dor? Se não sabem dizer o que se sente?
Devemos dar muito valor ao nosso sexto sentido,intuição pra entender a criança autista é preciso muita sensibilidade para notar diferenças, sinais corporais, detalhes no comportamento isso pode ser alguma pista do que ele pode estar passando no momento.
E no meu meu caso a observação da professora foi fundamental para chegar a esse diagnóstico,Otite!
Caramba , como pode não reclamar de dor e nem teve febre? Engraçado que as professoras notaram que ele estava mais agitado, irritado, não queria fazer as coisas.
Ele tem mania de dar tapas na cabeça, mas aqueles tapas estavam muito fortes e repetidas vezes.Semana passada o Gui estava gripado, e a professora me perguntou se estava tudo bem em casa, pelos mesmos motivos anteriores.
Não perdi tempo levei na emergência da otorrino, e lá estava ele com otite novamente.
è difícil saber qdo algo esta errado com quem não fala ou não consegue expressar.. mas aqueles tapas na cabeça estavam muito violentos.
Conheci a história de um adolescente que começou dar cabeçadas horríveis na parede,violentas mesmo , e só depois de muito revirar o menino, lembraram dos dentes, ele estava com muitas cáries e tinha um tratamento de canal a fazer.Imagina a dor que esse pobre estava sentindo!!!
Cólicas por causa de vermes, e por ai vai.
As vezes ficamos "pipocando" em neurologistas, psiquiatras e deixamos outras coisas de lado e qdo vão ficando maiores que temos a tendência de não ir tanto a médicos, dentistas,etc.
Como expressar a dor? Se não sabem dizer o que se sente?
Devemos dar muito valor ao nosso sexto sentido,intuição pra entender a criança autista é preciso muita sensibilidade para notar diferenças, sinais corporais, detalhes no comportamento isso pode ser alguma pista do que ele pode estar passando no momento.
E no meu meu caso a observação da professora foi fundamental para chegar a esse diagnóstico,Otite!
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